Eleições 2024: Simões Filho, Dinha, com bastidores pegando FOGO nos momentos de Mandato

Simões Filho, mais uma vez, segunda-feira, 30, divida entre revolta dos membros do Legislativo Municipal, e a saga das inaugurações. Vereadores, irritados, prometem boicote.

Os bastidores do poder vive um debate cada vez mais desgastante entre o, atual Líder Executivo, Prefeito Dinha e os membros do Legislativo.

Enquanto Dinha busca consolidar sua influência nos últimos momentos de gestão, os parlamentares deixam claro que pretendem exercer seu papel de forma mais democrática, acompanhando o processo de votação, da futura Mesa Diretora, de forma livre e sem imposições.

SALÁRIO DE DEZEMBRO, AINDA NÃO FOI PAGO

O enfrentamento reflete uma crescente insatisfação dentro da Casa Legislativa, potencialmente agravada pela falta de diálogo, outro ponto de grande desgaste é o não pagamento da folha salarial do mês de dezembro. Servidores públicos e comissionados, até o momento, permaneceram sem receber seus salários, uma promessa, do prefeito de que jamais atrasaria salário, essa  situação atinge diretamente centenas de famílias e eleva o descontentamento popular.

A falha na gestão financeira e no planejamento administrativo prejudica ainda mais a imagem de “ZERO HUM”.

O momento pede responsabilidade e equilíbrio. De um lado, o prefeito, precisa encerrar seu mandato, com chace de ouro, e inaugurações… Porém, deve priorizar o pagamento dos servidores e demonstrar respeito à democracia, sem imposições que ferem a independência do Legislativo, impondo nomes à presidência da “CASA’ e composição da MESA.

Além disso, os vereadores têm a oportunidade de mostrar compromisso com os princípios democráticos, rejeitando articulações pautadas no interesse particular e focando no bem coletivo.

Simões Filho merece uma transição política tranquila, que atenda aos interesses da população e respeite as instituições. Neste contexto, tanto Dinha quanto os vereadores precisam agir com sensatez, evitando desgastes

RESERVA IMORAL 

Se, forem confirmadas, no futuro governo, as informações de que o futuro ex-prefeito Dinha teria reservado a (in)responsabilidade de indicar cerca de QUATRO MIL nomeações na próxima gestão do prefeito eleito, Del do Cristo Rei, e sua vice, Simone Costa, tratara-se  precedente interferência de um gestor, DINHA, que está deixando a PREFEITURA, além de um prejuízo  na composição do futuro gov’erno desrespeitando sua autonomia garantida pela Constituição Cidadã de 1988,  portanto, Uma Preocupante Imposição de Poder.

QUATRO MIL nomeações alcançam um contingente expressivo, uma vez nomeados atuaram como ‘cabo-Eleitorais”,  que poderia transformar a estrutura da gestão municipal em uma extensão dos interesses do grupo político do ex-prefeito, Dinha…? Uma afronta à eficiência e meritocracia. 

A sociedade deve ficar atenta e fiscalizadora pois, a  manobra, se confirmada,  irá comprometer tanto a transparência da administração pública quanto a seleção do prefeito eleito, Del do Cristo Rei, que assumirá sob a sombra do apadrinhamento e da ingerência, em 01.01.2025…

Simões Filho, dita, Boa Terra Boa Gente,  está diante de uma sinuca-de-bico.

A gestão de Del do Cristo Rei terá a chance de demonstrar independência e responsabilidade ao romper com práticas que perpetuam um modelo político ultrapassado, voltado para interesses de grupos e não para o benefício da população. Se, ao contrário, aceitar a imposição, será responsável por legitimar um sistema que privilegia conchavos em vez de soluções reais para os desafios da cidade

A sociedade espera, e merece, um governo que seja transparente, democrático e focado em servir aos cidadãos. É hora de compensar as escolhas e entender que o futuro da cidade não pode ser refém de políticas de heranças duvidosas. A autonomia do Executivo deve ser um compromisso

Simões Filho não pode tornar-se território de tamanha manobra, levando o tablado político a ser palco de uma “privatização” do serviço público municipal.

Nota, Redação Nacional: Conversamos, com diversas fontes. Do primeiro escalão da administração, porém, esse Editorial, não assume como VERDADE ABSOLUTA, e sim, como forte indício, sobre a informação de que, de fato, houve essa RESERVA de QUATRO MIL NOMEAÇÕES. Cabe ao futuro prefeito, vir a público, se achar conveniente e esclarecer os fatos para a população e seu eleitorado.

Romário dos Santos – Editor Chefe

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