Simões Filho: Universitários protestam, Presidente Itu’s Ramos, abre diálogo assume Retorno do Transporte Universitário

SIMÕES FILHO, BA – A paciência da comunidade estudantil de Simões Filho chegou ao limite. Após cinco reuniões, até então,  infrutíferas com o poder executivo e a Secretaria Municipal de Educação (SEMED), a promessa de um transporte universitário digno continua no papel, forçando um protesto veemente. A inércia da SEMED, levantou, na avaliação dos DISCENTES, sérias dúvidas sobre o compromisso e “aliança” da gestão para  com a educação e o futuro dos cidadãos dispostos a investirem em conhecimento.

Publicado por Redação Nacional

A cena, que se desenrolou ao final da 13ª Sessão Ordinária na Câmara Municipal de Simões Filho, cidade estratégica da Região Metropolitana de Salvador, expôs a crônica falta de planejamento com uma pauta vital para os discentes. Estudantes, que acompanhavam os trabalhos legislativos, não se calaram diante da ausência de soluções concretas para o transporte universitário, um problema que se arrasta e impede o acesso pleno à educação superior.

O protesto dos universitários encontrou ressonância e apoio imediato dentro da Casa Legislativa.

Presidente Itu’s Ramos, em entrevista EXCLUSIVA, ao Redação Nacional, aborda atendimento aos Universitários, que foram reivindicar retorno do Transporte Universitário. Apertem o Play   e ouçam posicionamento do líder do parlamento municipal.

O presidente da Câmara, Itu’s Ramos, juntamente com um grupo pluripartidário de vereadores – incluindo Sérgio Glaube (PT), Bombeiro Mota (PSD), Sid Serra (PSDB), Joka da Farmácia (União Brasil) e Andrea Almeida (União Brasil) – atendeu aos manifestantes. Mais do que ouvir, os parlamentares uniram suas vozes ao clamor estudantil, evidenciando um compromisso com o slogan “A cidade Passa por Aqui“, lema da atual administração da Câmara de Simões Filho. Itu’s Ramos, e vereadores presentes conseguiram, por enquanto, acalmar a crescente insatisfação com a incapacidade do executivo de resolver uma demanda básica.

A situação é emblemática da desconexão entre as promessas da gestão e as necessidades reais da população.

Cinco encontros com o alto escalão da prefeitura e da SEMED não foram suficientes para destravar e apresentar, na prática, uma solução, o que sugere uma de duas coisas: ou uma gritante falta de vontade política, ou uma incompetência administrativa preocupante. Enquanto isso, estudantes perdem aulas, enfrentam dificuldades financeiras adicionais e veem seu direito à educação ser minado pela negligência do poder público.

A adesão de vereadores de diferentes espectros ideológicos ao protesto não é apenas um gesto simbólico; é um indicativo da gravidade da situação e um recado direto ao prefeito do importante papel, desempenhado pelo legislativo no diálogo com a sociedade.

A pergunta que fica no ar em Simões Filho é: De fato, após o prazo informado, haverá o retorno da prestação de serviço do Transporte Universitário, ou quantas reuniões e protestos serão necessários para que o executivo municipal, de fato, mantenha “Uma Aliança pela Nossa Gente” e trate a educação universitária e seus estudantes com a prioridade e o respeito que merecem?

A comunidade aguarda, não mais em silêncio, por ações, e não por discursos e promessas.

Fonte: Redação Nacional

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