Bombeiro Mota, Faz Importante Indicação, Porém em Simões Filho, sem garantia de que será Executada
A população de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, já assimilou uma realidade preocupante: indicações aprovadas em plenário servem, na maioria das vezes, apenas como registro formal, sem efetividade prática ou impacto direto na vida da sociedade.
O caso mais recente é a Indicação nº 143/2025, oportuna, necessária, apresentada pelo vereador Edmilson Motta Silva – Bombeiro Motta, PSD, tendo como objetivo principal ampliar e fortalecer o transporte de saúde para pacientes em tratamento de hemodiálise, além de garantir prioridade em consultas e exames. Apesar da boa intenção, a proposta revela fragilidade diante da existência de um histórico já consolidado.

Foto: Redes Sociais – Bombeiro Mota – Tudo é Política
Publicado Por Redação Nacional

Isso porque, em 2009, o então vereador Adolfo Cezimbra Tavares apresentou o Projeto de Lei nº 767/2009, que previa a criação do Centro de Tratamento para Hemofílicos de Simões Filho. Diferente das atuais indicações, o projeto de Cezimbra se destacou por sua solidez, detalhamento e viabilidade, tornando-se um marco de como a atividade parlamentar poderia, de fato, responder a demandas concretas da população.
A atuação do ex-vereador, Adolfo Cezimbra, ainda hoje, é lembrada como um exemplo de compromisso e responsabilidade política. Reconhecido por relevantes serviços prestados à cidade, o ex-vereador construiu sua trajetória com proposições que ultrapassavam a formalidade, buscando estruturar políticas de saúde, educação e assistência social. Seu legado expõe, de forma inevitável, a distância entre o discurso atual e a prática legislativa que a população espera.
PROJETO DE LEI nº 767/2009



LEI 767 / 2009



Vereador Eri Costa, por diversas vezes, em apartes e palavras franqueadas, já minimizou a importância das indicações, pois não existe garantias da sua execução, uma vez que cabe ao Poder Executivo transformar as indicações / projetos em realidade, uma vbez que é, de fato, o Poder executor.
No entanto, o contraste entre o passado e o presente mostra que o problema não é apenas legal ou procedimental, mas político.
Ficando em propostas consistentes de interesse dos que ocupam o Poder Executivo e suas Secretárias, por respeito ao trabalho dos Vereadores, e a sociedade é primordial que dialoguem na execução, respeitando a viabilidade orçamentária, visando suprir com as reais necessidades da cidade, conforme consta na Lei 767/2009 e na Indicação 143/2025.
Observando que conforme a própria lei Orgânica do Município as leis só podem ser revogadas por iniciativa do prórpio Executivo e aprovação do plenário da Câmara de Vereadores, as indicações seguem acumulando poeira nos arquivos da Câmara, reforçando a sensação de estagnação.
A sociedade, por sua vez, cobra mais do que intenções: exige a mesma seriedade e efetividade que marcaram a atuação de lideranças como Adolfo Cezimbra, Hélio Regis, Nôemia Meireles, Amadeu, Aleluia e tantos outros…
Fonte: Redação Nacional, Câmara de Vereadores
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