A virada que amadureceu o Brasil: como Ancelotti transformou a Seleção em um time de Copa

A seleção brasileira está nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A classificação veio com uma virada heroica sobre o Japão por 2 a 1, no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos, na última segunda-feira. O gol da vitória foi marcado por Gabriel Martinelli aos 50 minutos do segundo tempo, depois de um passe preciso de Bruno Guimarães. Antes, Casemiro havia empatado a partida após o Brasil sair atrás no placar com um gol de Sano ainda no primeiro tempo. Mais do que o resultado, o que chamou a atenção foi a capacidade de reação do time comandado por Carlo Ancelotti.

O técnico italiano mudou a postura da equipe no segundo tempo, priorizando jogadas aéreas e explorando os espaços deixados pela defesa japonesa. A paciência tática e as substituições certeiras mostraram um Brasil que aprendeu a sofrer e a se adaptar durante os jogos, algo essencial em torneios de mata-mata. Com a vitória, o Brasil agora aguarda o adversário das oitavas de final, que sai do confronto entre Noruega e Costa do Marfim. O time de Ancelotti volta a campo no domingo, 5 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.

Enquanto o Brasil se prepara, a Copa do Mundo segue proporcionando emoções fortes. O Paraguai eliminou a Alemanha nos pênaltis em uma das maiores zebras da história dos mundiais, e o Marrocos também avançou ao vencer a Holanda na mesma disputa por penalidades. A competição está cada vez mais aberta, e o Brasil, mesmo sem convencer plenamente, mostra ter encontrado em Ancelotti a consistência necessária para sonhar com o título. A imprensa internacional já destaca o italiano como o antídoto do Brasil contra o caos.

Carlo Ancelotti tem sido o grande diferencial desta seleção. Sua experiência em competições de mata-mata, sua leitura de jogo e sua capacidade de fazer ajustes durante as partidas têm transformado o Brasil em um time difícil de ser batido. Os números mostram evolução: o time cresce nos momentos decisivos. Agora, o Brasil enfrenta um caminho duro até o hexa, mas encontrou em Ancelotti a liderança que faltava. O sonho do hexacampeonato segue vivo, e a Seleção prova que aprendeu a lutar até o fim.

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