Chegou a hora de IR Embora… É o Fim da “Era Iridan”, Crise na Saúde e o Desafio da Transparência em Simões Filho
Após mais de nove anos à frente da Secretaria de Saúde de Simões Filho, a gestão de Iridan Brasileiro chega ao fim, deixando um rastro de controvérsias e um sistema de saúde sob severo escrutínio. A saída, formalizada via pedido de exoneração, marca o início de uma reforma administrativa no governo de Divaldo Soares, mas ocorre sob um clima de nítido desgaste político e administrativo.
Publicado por Redação Nacional

O Estilo “Dama de Ferro” sem o Brilho Diplomático
Durante quase uma década, Iridan Brasileiro conduziu a pasta com um punho de ferro que lhe rendeu comparações à Margaret Thatcher — a “Dama de Ferro” britânica. Contudo, a comparação para por aí.
Enquanto a líder europeia era conhecida pela eficiência estratégica, a gestão local foi marcada por um volume crescente de reclamações, denúncias e relatos de serviços precários, inspeções da SESAB, Falta de Medicamentos, Precariedade nas UBS...
A saída da secretária não teve o tom de uma transição planejada. Informações de bastidores indicam que Iridan sequer conseguiu uma audiência com o prefeito Divaldo Soares para entregar seu pedido de exoneração pessoalmente. Esse isolamento final aponta para uma perda total de prestígio político.
Auditoria e o “Pente Fino” nas Planilhas
O sinal mais claro de que a confiança do governo na ex-gestora ruiu é o anúncio de uma equipe de auditoria interna. O grupo fará um “pente fino” nas planilhas de pagamentos da Secretaria de Saúde, investigando suspeitas de “SUPOSTAS” irregularidades em repasses a fornecedores.
Essa medida coloca a gestão de Iridan Brasileiro, o ex-prefeito Dinha, sob uma lupa técnica, sugerindo que a administração Devaldo Soares, busca se desvincular de possíveis passivos deixados pela secretária antes que a crise se aprofunde ainda mais.
O Caos na APMI S3 e o Hospital Municipal
A troca de comando na secretaria ocorre em um momento em que a saúde da cidade beira o colapso operacional. A organização APMI S3, que gerencia unidades de saúde, é o epicentro de novas denúncias:
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Falta de médicos: Escalas incompletas que sacrificam o atendimento à população.
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Condições de trabalho: Relatos de profissionais sobre infraestrutura precária no Hospital Municipal.
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Assédio Moral: Queixas de funcionários recém-contratados que alegam pressão indevida e ambiente de trabalho hostil.
Um Momento de Reflexão para Simões Filho
A pergunta que ecoa nos corredores da prefeitura e nas ruas da cidade é: quem sentirá saudades de Iridan Brasileiro? A saída da secretária é apenas o primeiro passo. A saúde pública é um pilar fundamental da dignidade humana e não pode ser gerida como um feudo isolado ou sob suspeita constante.
Simões Filho precisa, mais do que nunca, repensar suas prioridades. A reforma administrativa não deve ser apenas uma dança das cadeiras, mas um compromisso real com a transparência e a humanização do atendimento. Repensar, é preciso, Simões Filho.
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