Eleições 2024: Bancadas Pessoais, e em Simões Filho, o Rolo Compressor chamado Dinha…

Recente matéria publicada pela FOLHA DE SÃO PAULO, mostrou que alguns empresários conseguiram, através de doações, eleger suas próprias bancadas de vereadores. Um caso eloquente é o do empresário Erasmo Batistella, que deu apoio financeiro a 14 dos 21 vereadores eleitos em Passo Fundo (RS), município com mais de 200 mil habitantes.

Em cidades menores, o efeito do dinheiro extra pode ser ainda mais decisivo. Rubens Ometto, de longe o maior doador individual de 2024, ajudou a eleger a maioria dos vereadores tanto de São José da Laje, município alagoano na área sob influência de Arthur Lira, quanto de Igreja Nova, na zona de Renan Calheiros.

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Santinhos de candidatos a vereador espalhados pelas ruas de São Paulo em votação de 2024 – Rubens Cavallari – 27.out.2024/Folhapress

É legal constar que o empresário não sucumbiu ao jogo da polarização local (Lira e Calheiros são os dois mandachuvas rivais), mas o ponto não é esse. Não é razoável que um cidadão, por ter mais dinheiro, possa tornar-se credor político da maioria dos vereadores de um município –ou de mais de um.

Empresários, ao contrário de suas empresas, votam. Têm, portanto, o direito de fazer doações. Falta agora dar o passo seguinte. Da mesma forma que eleitores não podem depositar mais de um voto na urna, ninguém deveria estar autorizado a exercer influência financeira desproporcional. O limite máximo para doações não deveria ser uma fatia (10%) da renda anual do doador, mas sim um valor nominal igual para todos os cidadãos.

Se há algo de que políticos não podem se queixar, é da falta de recursos públicos para as campanhas. Em 2024, só o fundo eleitoral chegou a R$ 5 bilhões –por qualquer medida um escândalo.

Até existem situações em que gastar mais resulta num produto final melhor. É o caso da comida feita só com ingredientes de alta qualidade. Não é o caso de eleições. Campanhas mais caras não melhoram a qualidade dos eleitos nem a da democracia. Esse é um gasto que deveria ser mantido tão baixo quanto possível.

Editorial: Autor, Hélio Schwartsman,  Jornalista, foi editor de Opinião. É autor de “Pensando Bem…”.

Nota, Redação Nacional… Dinha, o Rolo Compressor 

Em 2025, teremos a posse, majoritariamente da mesma bancada pró governo, em Simões Filho, cidade da RMS – Região Metropolitana de Salvador… E, os sinais, mesmo antes da posse já coloca o LEGISLATIVO, refém do capital político, do atual e, em 2025, ex-prefeito Diógenes Tolentino Oliveira, Dinha…

Ao impor, o nome do futuro presidente Vereador reeleito Itu´s Ramos, e todos que comporão a Mesa Diretora, Dinha, sentencia que MANDA no universo político da cidade. O comando é todo dele, “ZERO HUM”…

Houve até uma tímida tentativa de rebelião, já contornada, com novas negociações, acordos e promessas. Até o momento o “único” que não curvou-se foi o sempre combativo, Vereador Genivaldo Lima, informações de bastidores, extra oficiais, indicam que o desgaste entre Genivaldo Lima e Dinha, poderá  levá-lo a declarar-se OPOSIÇÃO…

Portanto, o brilhante, editorial, acima, assim como o “modus operandi” da política da Boa Terra Boa Gente, constatou-se que foi investido uma alta soma de recursos, para sacramentar a continuidade dos mandatos, que interessaram ao líder, Dinha, retirando, ao que parece a força política dos vereadores reeleitos, indicando, que será mantido a posição de coadjuvante por parte dos senhores Edis, que retornarão à Casa do Povo, amanhã, onde será realizado o cerimonial de posse, juntamente com o novo líder do executivo, o vereador e presidente da Cãmara, Devaldo Soares, Del do Cristo Rei e Simone Costa, Vice.

Fonte: Folha de São Paulo e Redação Nacional.

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