FUGA CONFIRMADA: Mario Frias deixa o Brasil às vésperas de intimação do STF

Uma reviravolta dramática sacode os bastidores de Brasília. Informações apuradas pela GloboNews e confirmadas por fontes de bastidores apontam que o deputado federal, roteirista e editor-chefe do filme Dark Horse, Mario Frias, deixou o país horas antes da Polícia Federal bater à sua porta.

Publicado por: Redação Nacional

A PF cumpria uma ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, que determinou a intimação obrigatória do parlamentar. Frias deve explicações detalhadas sobre esquemas de financiamento, uso de verbas públicas e o destino de R$ 61 milhões ligados ao empresário Vorcaro.

O Passo a Passo da Operação e da Fuga

A Ordem Judicial: O ministro Flávio Dino determinou a intimação para que Mario Frias preste contas sobre três pontos centrais:

As Emendas Parlamentares: O destino de R$ 2,6 milhões em emendas carimbadas por Frias para ONGs controladas por Karina Ferreira da Gama — que também é dona da produtora do filme Dark Horse e beneficiária de um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo.

A Conexão com o Banco Master: A suposta ligação direta entre o deputado, o senador Flávio Bolsonaro e recursos do Banco Master que teriam sido enviados para os Estados Unidos.

Mudança de Versões: As contradições de Frias, que negou inicialmente qualquer relação com Vorcaro e, posteriormente, admitiu o vínculo por meio de outra empresa, o que investigadores suspeitam ter sido uma tentativa de ocultar o rastro do dinheiro.

 A Partida Repentina: Ao tentar localizar o deputado em seus endereços residenciais, escritórios e gabinetes em Brasília e São Paulo, os agentes da Polícia Federal receberam a mesma resposta: Frias viajou para o exterior há dois dias. Não há previsão de retorno, e o destino e a rota aérea utilizada não foram informados.

Status Atual: Juridicamente, a ausência deliberada para evitar a intimação o coloca na posição de foragido das notificações da Justiça. Embora o cargo de deputado federal garanta imunidade parlamentar contra prisões flagrantes comuns, o dispositivo não impede investigações, quebras de sigilo ou intimações judiciais.

Por que o episódio sufoca a defesa dos envolvidos?

A saída repentina do país gera um efeito dominó que complica a situação dos demais citados no inquérito por dois motivos principais:

1. O cerco das conexões se fechou

Para os investigadores, as peças do quebra-cabeça agora se encaixam:

Karina Ferreira da Gama: Controla a produtora, recebeu R$ 108 milhões da prefeitura de SP e é investigada por repasses de R$ 12 milhões a indivíduos ligados ao PCC.

Flávio Bolsonaro: Suspeito de articular o envio de recursos de Vorcaro para o território americano.

Mario Frias: Mentor intelectual do projeto cinematográfico, responsável por irrigar as ONGs de Karina com verbas públicas e o primeiro a deixar o território nacional.

A reação à pressão judicial

No jargão político e jurídico, a opção por deixar o país em meio a uma iminente abordagem policial é interpretada como um recibo de vulnerabilidade. O movimento ocorre no momento exato em que o pedido de quebra de sigilo bancário e fiscal de Flávio Bolsonaro avança e os dados obtidos dos celulares apreendidos de Vorcaro começam a ser cruzados pela inteligência da Polícia Federal.

Fonte: Redação Nacional, com informações Globo News

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