Simões Filho: Ferdnand Andrade, Coordenador da SDE critica gestor anterior e aponta entraves que atrapalham a gestão Devaldo Soares

Críticas à herança administrativa deixada pela gestão anterior, apresentação de documentos sobre licitações e contratos com fortes indícios de mau uso de recursos públicos, compromissos financeiros / Operações de Crédito que oneram o município, causando dificuldades para execução do Plano de Governo “Uma Aliança pela Nossa Gente“, Ferdnand Andrade trouxe sua avaliação política sobre o cenário eleitoraem Simões Filho, e demonstrou Ceticismo quanto à reeleição de deputada, Kátia Oliveira, além de ter feito uma contundente análise do, comentado, rompimento político entre as lideranças Dinha e Del do Cristo Rei, demonstrando cautela diante de decisões futuras e apontando como prazo para uma definição política até março de 2026.
Publicado por Redação Nacional

O coordenador da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE) do Governo da Bahia, Ferdnand Andrade, participou como entrevistado do Programa Panorama de Notícias, no Estúdio 1 da Simões Filho FM 87.9, onde adotou um tom crítico em relação à administração do ex-prefeito Diógenes Tolentino Oliveira, conhecido como Dinha. Durante a entrevista, Andrade afirmou ter analisado documentos referentes a licitações e contratos firmados na gestão passada, os quais, segundo ele, podem indicar problemas na condução dos recursos públicos.

Em sua avaliação, o coordenador classificou a situação encontrada como uma “herança maldita”, marcada por compromissos financeiros ainda em aberto, que estariam comprometendo a capacidade do atual prefeito, Devaldo Soares, de implementar integralmente seu Plano de Governo. A crítica central reside na ideia de que decisões administrativas pretéritas continuam impactando negativamente a gestão atual, limitando investimentos e ações estruturantes.
No campo político, Ferdnand Andrade também analisou o cenário eleitoral local. Demonstrou ceticismo quanto à possibilidade de reeleição da deputada e ex-primeira-dama Kátia Oliveira, especialmente diante do rompimento político entre os grupos ligados a Del e Dinha. Para ele, o momento exige prudência e leitura estratégica, defendendo que qualquer definição mais clara deve aguardar a posição do prefeito Del.
Andrade apontou ainda que o mês de março de 2026 surge como um limite simbólico dentro do calendário político, quando as articulações tendem a se tornar mais explícitas. A entrevista completa foi concedida ao âncora Ataíde Barbosa, com participação de Romário dos Santos, e permanece disponível para o público interessado em compreender os bastidores administrativos e políticos de Simões Filho.
Fonte: Panorama de Notícias
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