TRANSPORTE UNIVERSITÁRIO: Simões Filho, cidade localizada na Região Metropolitana de Salvador (RMS), figura entre as dez maiores economias do Estado da Bahia. No entanto, apesar de sua relevância econômica, a cidade atravessa um período de incertezas políticas, que se reflete diretamente na qualidade dos serviços prestados à população. A suspensão do transporte universitário, fundamental para a mobilidade dos estudantes da cidade, expõe as falhas de gestão e o descaso com a educação e com os cidadãos que dependem desse serviço essencial para o seu deslocamento até as universidades.

Discente, Lavínia, futura Fisioterapeuta, faz um apelo. Forte, e respeitoso, ao “meu” prefeito Del, Vereadores, Secretários, Deputados… Lavínia, merece aplausos, por tão forte e sereno apelo aos que foram eleitos para cuidar da Sociedade…
Vídeo – Redes Sociais e também compartilhado com o Redação Nacioanal.
Na manhã do último dia 07, estudantes universitários se reuniram em protesto em frente à sede da Prefeitura Municipal de Simões Filho -PMSF, em busca de uma solução urgente para a suspensão do transporte, que, há meses, tem gerado transtornos para centenas de alunos. Essa manifestação é, sem dúvida, um reflexo das crescentes insatisfações com a administração pública local, porfessores, Guarda Municipal, em 2025, também já realizaram mobilizações de protesto.
O que chama a atenção, no entanto, é que essa gestão, que se apresenta como continuidade da administração anterior, tem demonstrado a responsabilidade e de planejamento. A Equipe de Transição, nomeada pelo do ex-prefeito Dinha, continha nomes do
primeiro escalão Jarbas Magalhães, Iridan Brasiliero, Kemuel Menezes, Roberto Carvalho, e todos falharam na condução do planejamento e transição, o Serviço Público exige responsabilidade e zêlo para com processo administrativo.
A nomeação de nomes do primeiro escalonamento da gestão anterior para continuar no governo de Devaldo Soares, até o momento, não tem sido garantia de uma gestão eficiente e responsável. O transporte universitário é um exemplo claro dessa falha. A suspensão de um serviço tão crucial, sem qualquer comunicação ou solução viável, a curto prazo, coloca em xeque a competência da equipe nomeada para o primeiro escalão da administração Del do Cristo Rei.
Outro fator que evidencia a fragilidade da gestão é a atuação da Comissão Permanente de Licitação -COPEL, órgão responsável pela condução do processo licitatório para a contratação dos fornecedores e prestadores de serviço ao munícipio. A falha de celeridade no pregão, que já deveria ter sido realizada, é incompreensível diante da importância do serviço para a comunidade. Este atraso não só aumenta a confusão, como compromete ainda mais a imagem da gestão pública, que se vê incapaz de cumprir com as suas obrigações básicas. Contrariando toda expectativa criada, durante a campanha, na gestão Del do Cristo Rei e Simone Costa, vice-prefeita e Secretária de Administração.
Mais uma vez durante ato dos Estudantes Universitários, foi notada a ausência dos vereadores, principalmente a do presidente da Comissão Permanente de Educação, Orlando de Amadeu, PSDB, que sequer se pronunciou sobre o assunto, refletindo o distanciamento, crescente, os membros do Legislativo Municipal e a sociedade Simõesfilhense. A crítica ao vereador Sérgio Glauber, PT, por apoiar e participar do protesto, destaca a hipocrisia de alguns membros mídia local. Omitindo da sociedade, a ausência dos 15 vereadores, que também se mantêm em silêncio, ignorando a crise do Transporte Universitário que afeta diretamente a população. A falta de engajamento desses representantes, que se ausentam de um tema tão relevante, demonstra um desprezo pela educação e pelo bem-estar dos cidadãos.
DIRETÓRIO PSB – NOTA REPÚDIO, acese link.
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Para aumentar a ebulição, política, circulam rumores sobre o distanciamento entre o ex-prefeito Dinha e o atual prefeito Del do Cristo Rei, União Brasil, com vários nomes próximos ao ex-prefeito Dinha afirmando publicamente sua lealdade ao ex-prefeito. Esse distanciamento político, entre nomeados e o prefeito eleito, poderá antecipar um racha que, mais à frente, com reflexo nas eleições 2028.
O que se percebe, no entanto, é que esse imbróglio político está interferindo diretamente na administração pública e nas decisões que devem ser tomadas em benefício da população.
Em relação ao transporte universitário, a principal dúvida que se coloca é quem tomará a responsabilidade de resolver essa crise. A Secretária de Educação, Professora Heliene Mota, não tem demonstrado as habilidades necessárias para conduzir com competência uma pasta de tamanha relevância para a sociedade simõesfilhense. Sua atuação à frente da Secretaria tem sido questionada, desde a gestão Boa Terra Boas Gente, principalmente pelo fato de não conseguir articular uma solução eficiente para um problema tão urgente.
Diante de todas essas falhas, a última palavra, oficialmente, recai sobre o prefeito Del do Cristo Rei. Ele é o responsável por tomar as decisões dessa situação e dar uma resposta efetiva à população. Simões Filho precisa, como prometido e mais do que nunca, de uma gestão que atenda às expectativas da população, capaz de lidar com os desafios de forma transparente e eficaz. Só assim será possível devolver a confiança ao povo e garantir que a cidade continue a ser um polo de desenvolvimento, mas com justiça social e educação de qualidade para todos.
Até aqui o prefeito eleito, Devaldo Soares, vem sendo a principal vítima da sua propagada fidelidade. Até Quando…?







