Síndico Denúncia Descaso no Atendimento, aos Moradores do Residencial MCMV, em Simões Filho. “Não é Aliança e S;;im um nó de marinheiro”, desabafa síndico sobr gestão de Iridan Brasileiro
O desabafo do síndico do Residencial Alvorada, Antônio Dias, expõe o caos.
Moradores enfrentam a negação de medicamentos e até de vacinas para idosos.
As denúncias, baseadas em áudios, revelam uma precariedade que afeta toda a cidade.
A secretária de Saúde, Iridan Brasileiro, é apontada como incapaz de apresentar soluções.
O descontentamento une vereadores da oposição e até da base do governo na crítica.
A promessa de “aliança” com o povo se desfaz, e a população questiona a gestão da saúde.
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Saúde de Simões Filho em Colapso: “É um nó de marinheiro”, desabafa síndico sobr gestão de Iridan Brasileiro
Publicado por Redação Nacional
Subtítulo: O desabafo do síndico do Residencial Alvorada, Antônio Dias, expõe o caos. Moradores enfrentam a negação de medicamentos e até de vacinas para idosos. As denúncias, baseadas em áudios, revelam uma precariedade que afeta toda a cidade. A secretária de Saúde, Iridan Brasileiro, é apontada como incapaz de apresentar soluções. O descontentamento une vereadores da oposição e até da base do governo na crítica. A promessa de “aliança” com o povo se desfaz, e a população questiona a gestão da saúde.
SIMÕES FILHO, BA – A saúde pública em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador, vive uma crise de confiança e eficiência. Um desabafo contundente de Antônio Dias, síndico do Residencial MCMV Alvorada, ecoou a frustração de milhares de cidadãos, denunciando o que ele classifica como um “péssimo atendimento” no Posto de Saúde Simões Filho I, a principal referência para os moradores do conjunto.
Em áudios encaminhados ao Redação Nacional, os relatos são alarmantes e detalham uma série de negligências que colocam em risco a vida da população. Moradores narram negativas para a entrega de medicamentos essenciais e, em um caso particularmente grave, a recusa na aplicação de uma vacina em uma paciente idosa, um dos grupos mais vulneráveis. Essas denúncias não são um caso isolado; a precariedade no atendimento é uma queixa constante e que se espalha por diversos bairros da cidade.
As críticas têm um alvo principal: a gestão da Secretaria de Saúde. A responsável por coordenar e planejar as políticas públicas do setor, Iridan Brasileiro, mostra-se, segundo os relatos, incapaz de apresentar soluções efetivas para os problemas crônicos. O descontentamento é tão generalizado que ganhou o apoio não apenas dos vereadores da oposição, mas também de membros da bancada do governo, a exemplo do vereador Devaldo Soares.
A situação expõe uma profunda contradição com o slogan da gestão municipal, que preconiza “Uma Aliança pela Nossa Gente”. Para o síndico Antônio Dias e para os diversos moradores do Conjunto Alvorada, a realidade é outra. “Não é um laço, é um nó de marinheiro”, afirmam, descrevendo a relação com a Secretaria de Saúde. A metáfora indica a quebra de aliança e de confiança entre a secretária e as mais de 1.000 famílias do conjunto habitacional, que se sentem abandonadas pelo poder público.
Diante do abismo entre o discurso oficial e a realidade vivida nos postos de saúde, a pergunta que ecoa pela cidade se torna inevitável: até quando Iridan Brasileiro fará uma “gestão Fake News” na Saúde de Simões Filho?





