Centro Comercial Vivaldo Paim: Inércia Aadministrativa, Frustração Popular Um Ano de Gestão e Velhos Problemas Persistem


Simões Filho (BA) – cidade da Região Metropolitana de Salvador, se aproxima de um ano da gestão “Uma Aliança pela Nossa Gente”. Segundo o chefe do Executivo municipal, 2025 foi um período dedicado a “arrumar a Casa”. No entanto, na prática, a população tem percebido mais paralisia do que avanços concretos. A inércia do primeiro escalão e a falta de respostas efetivas aos problemas cotidianos geraram um sentimento generalizado de frustração, sobretudo diante da promessa de um governo de continuidade. Para a oposição e uma parcela significativa da sociedade, a atual realidade passou a ser definida como resultado de uma “herança maldita”, atribuída ao legado administrativo deixado pelo ex-prefeito Diógenes Tolentino, o Dinha.

Publicado por Redação Nacional
Um dos exemplos mais emblemáticos desse cenário é o abandono do Centro Comercial Vivaldo Paim, um dos principais polos de compras do município. O espaço enfrenta graves problemas estruturais e ausência total de manutenção, afetando diretamente comerciantes e consumidores. Em pleno período de aumento nas vendas, impulsionado pelos festejos de fim de ano, os lojistas convivem com constantes entupimentos da rede de esgoto, mau cheiro intenso, proliferação de insetos e presença de ratos. A situação tem afastado clientes e transformado o ambiente de trabalho em um verdadeiro transtorno.

Fica evidente a falta de apoio da Secretaria de Serviços Públicos (SEMOP) e da Secretaria de Infraestrutura (SEINFRA), deixando o administrador do centro comercial sem condições de agir de forma efetiva. Diante disso, a pergunta que ecoa é: até quando o primeiro escalão da gestão Devaldo Soares permanecerá inerte, expondo a população a riscos sanitários por falta de compromisso com a gestão pública?
Repensar é preciso. Simões Filho cobra respostas.
Fonte e Fotos: Redação Nacional
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